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PDF Quem a homotransfobia não matou hoje? Fev 2018

27545132_1877545615869744_7788113729148320970_nComo prometido desde o começo da página, passo a publicar hoje um relatório mensal dos dados produzidos pelo GRUPO GAY DA BAHIA e pelo NÚCLEO DE INCLUSÃO SOCIAL DA UFRJ.

O documento está dividido em duas partes. A primeira, intitulada ‘Quem a homotransfobia não matou em 2017?’ é um apanhado dos casos mais interessantes dentre os veiculados por estas duas instituições e uma discussão geral sobre estas pesquisas.

Tudo que você, se já for seguidor da página, já viu por aqui.

A segunda parte – ‘Quem a homotransfobia não matou em janeiro de 2018?’ tem os casos de morte motivada por preconceito contra não heterossexuais listados por estas duas instituições.

Este mês não tivemos dados tão curiosos como aqueles casos de gay infartando durante o ato sexual, de bissexual colocando silicone no órgão genital e sofrendo embolia, travesti sendo atropelado por caminhão atravessando rodovia ou lésbica escorregando para baixo do próprio carro em que viajava no capô e sendo todos classificados como ‘crimes lesbofóbicos’ ou ‘LGBTfóbicos’.

Os detalhes mais curiosos foram o alto número de suicídios classificados como ‘crimes lesbofóbicos’ pelos estudiosos da UFRJ (do total de 18 mortes, 15 foram suicídios) e o caso de um rapaz que foi encontrado morto em sua cama sem qualquer sinal de violência ou suicídio mas que o GGB classificou como ‘crime LGBTfóbico’ assim mesmo.

No mais: o de sempre.

Crimes sem motivação elucidada, a maioria sem qualquer indício de motivação homofóbica, alguns deles com vítimas com envolvimento prévio com crime organizado. Você sabe. Aquilo tudo.

Publico também, uma lista de notícias sobre homens que foram mortos por suas esposas, filhas, entiadas, mães.

A ideia não é dizer com esta lista que estes crimes foram cometidos por masculinofobia, apenas pelas vítimas serem homens (não foram, foram por ciúmes, vingança e interesse financeiro entre outros motivos) mas apenas usar estes dados como uma régua para mostrar que a violência atinge a todos, ao contrário do que os movimentos de minorias tentam nos convencer.

Baixem, compartilhem e usem livremente.

Se forem fazer algum outro trabalho com base nestes dados, peço que por favor citem a fonte.

E qualquer erro de digitação, formatação, linkagem… me corrijam in-box por favor. Creio que haverá bastante porque finalizei meio às pressas e com sono. A medida que me mandarem correções publico novas versões sem problemas.

Atualizações sobre os casos listados? Mandem também!

E discutam livremente.

https://drive.google.com/file/d/118nI5Cm7u8lLIWhHp0kkn6z43k-NbiFj/view?usp=sharing

Abraços 😉

~~ Daniel Reynaldo

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