Artigos próprios LGBT

Vá mentir assim lá no GRUPO GAY DA BAHIA!

Pensa numa pesquisa fraudulenta!

Se você nunca ouviu falar sobre o Relatório Anual de Crimes LGBTfóbicos produzido todos os anos pelo GRUPO GAY DA BAHIA – ONG fundada pelo antropólogo Luiz Mott e presidida pelo político Marcelo Cerqueira – você não sabe o que é uma pesquisa mentirosa de verdade.

O relatório produzido pela ONG e divulgado todos os anos por ESTADÃO, O GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, NEW YORK TIMES, THE GUARDIAN, HUFF POST, CATRACA LIVRE, QUEBRANDO O TABU, CARTA CAPITAL et cetera como se fosse a mais confiável das informações jura reunir casos de pessoas mortas por conta de preconceito contra homossexuais.

Esta informação não poderia ser mais falsa: a maioria dos casos listados pela ONG são de crimes não elucidados, onde não se sabe nada sobre a motivação do assassinato: mas há também muitos casos de mortes em que se sabe que a motivação não tinha nada a ver com a sexualidade da vítima.

Exemplos? Travesti morto por ter aplicado silicone em gel no próprio bumbum, garoto de programa morto por injetar hidrogel no próprio pênis,  homem gay morto por ter infartado no meio do ato sexual com um travesti, travesti morto de causas naturais, mulher heterossexual assassinada pelo namorado em Portugal, homem heterossexual assassinado pelo próprio filho gay, lésbica que se suicidou logo após ter matado a própria namorada, lésbica morta pela namorada – que logo depois se suicidou.

Agora imagine que a pesquisa do GRUPO GAY DA BAHIA deu filhote?

[Censurado por decisão liminar do 10° Juizado Especial Cível que proibe menção a pesquisa muito similar a esta do GGB – conduzida por outra instituição- nesta página]

Acha que acabou? Que nada: na página http://www.facebook.com/naomatouhoje falo de muitos outros casos, e se você for procurar por conta própria lá no site do GRUPO GAY DA BAHIA vai se dar conta de que a maioria dos casos de mortes que eles listam são crimes não elucidados (que eles saem colocando tudo na conta da ‘homofobia’) mas tem muitos outros casos de mortes por causas naturais, por suicídio, por acidente de trânsito, por complicações pós-cirúrgicas, de heterossexuais, de criminoso condenado, de travesti por overdose, por causas naturais fora do Brasil…

Tanto o GRUPO GAY DA BAHIA quanto a pesquisa chefiada por Maria Clara Marques Dias usam dinheiro público – dos seus impostos – pra produzir suas ações fraudulentas.

Tanto um como outro usam as pesquisas fraudulentas que produzem para pressionar o estado a criar leis e diversos tipos de tratamento desigual aos cidadãos com base em sexualidade.

Não assista a isso pacificamente. Não dê de ombros para este texto e pense que isso não é da sua conta.

O caso é muito mais grave e tem efeitos potenciais muito mais severos do que uma simples mentirinha contada por pesquisadores não muito intelectualmente honestos.

Esta ‘mentirinha’ sobre ‘mortes homofóbicas’ contada aos quatro ventos pela UFRJ e pelo GRUPO GAY DA BAHIA cria paranoia coletiva sobre o tema – provavelmente afetando a saúde mental dos próprios homossexuais, que passam a se sentir constantemente amedrontados por uma ameaça inventada a partir de mentiras; cria um buraco a mais para vazamento das escassas verbas públicas, deslocadas para ONGs que se usam estas manipulações como argumento para chupar dinheiro das tetas do governo em vez de serem usadas para sustentar escolas, polícia e hospitais; cria um discurso favorável ao sectarismo ideológico, social, político e à criação de leis desiguais.

Combata estas manipulações na medida do seu possível: envie e-mails aos seus representantes políticos cobrando providências contra estas fraudes mantidas com dinheiro público. Compartilhe os casos mais bizarros de manipulação feitos por estes grupos e divulgados em http://www.facebook.com/naomatouhoje . Mantenha vivo o debate sobre a honestidade destas pesquisas.

Não permita que eles mintam torrando o dinheiro dos seus impostos e promovendo leis discriminatórias e histeria coletiva através de pesquisas fraudulentas sem sequer serem questionados.

~~ Daniel Reynaldo

Os casos mencionados no texto e as fontes:

GRUPO GAY DA BAHIA:

Para comprovar que os ativistas do GGB realmente listaram as mortes a seguir como casos de ‘crimes motivados por preconceito contra homossexuais’ você precisa ir até o seguinte link e baixar o relatório do ano correspondente:

https://homofobiamata.wordpress.com

Yuri Mamede | 2015 | injetou hidrogel no pênis, morreu de insuficiência respiratória.
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2015-07-27/hidrogel-no-penis-foi-causa-de-morte-de-jovem-no-interior-de-sp-confirma-iml.html

Brenda Alberlock | 2016 | injetou silicone no bumbum, era aidético, morreu de infecção generalizada.
https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/travesti-morre-depois-de-aplicacao-de-silicone-industrial-no-corpo/

 Walker de Montemor Quagliarello | 2014 | infartou em seu próprio automóvel, enquanto namorava um travesti.
http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2014/04/advogado-condenado-em-esquema-de-corrupcao-morre-de-infarto-no.html

Flávia Luiza da Silva | 2017 | travesti morto de causas naturais durante viagem a Paris.
http://www.pbhoje.com.br/noticias/38463/familia-encontra-dificuldades-para-trazer-a-paraiba-corpo-de-travesti-que-morreu-em-voo-para-paris.html

Michele Santana Ferreira | 2016 | foi morta em Portugal pelo namorado/amante: a irmã e a cunhada dela, lésbicas, também foram mortas, mas apenas por estarem juntas de Michele, que era o alvo do assassino.
https://noticias.r7.com/minas-gerais/mpf-denuncia-pedreiro-que-matou-tres-brasileiras-que-viviam-em-portugal-09022017

Matheus Passareli | 2018 | morto por traficantes de uma favela carioca ao entrar completamente nu e drogado em área dominada pelos criminosos.
https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2018/05/5538294-policia-investiga-surto-e-julgamento-de-estudante-morta-no-morro-do-18.html

Manoel Francisco de Souza | 2017 | assassinado a facadas pelo próprio filho, homossexual, enquanto tentava impedi-lo de matar alguns desafetos na rua.
https://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/pai-e-assassinado-pelo-filho-ao-tentar-impedi-lo-de-cometer-crime-em-mt-diz-pm.ghtml

O RESTANTE DA LISTA FOI CENSURADO MEDIANTE DETERMINAÇÃO JUDICIAL DE CARÁTER LIMINAR CONCEDIDA A PESQUISADORAS QUE CONDUZEM PESQUISA SIMILAR À DO GGB E QUE ESTÃO EM LITÍGIO CONTRA MIM

um comentário

  1. Parabéns, Daniel – isso sim é fact checking. Sempre suspeitei do mimimi destes verdadecidas (se tem Luis Mott no meio, deve ser lorota), mas nunca tive a pachorra de conferir a origem. Já me bati muito com a cretinice de “um LGBT é assassinado a cada 18 horas”, imbecilidade repetida por 11 entre 10 idiotas da mídia sem se tocar que por estes números é 100 vezes mais seguro ser gay do que hetero: 487 LGBTs mortos por ano contea 50000 heteros (na época)…

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