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4 provas de que a ONU Mulheres é uma instituição profundamente sexista

A Organização das Nações Unidas possui há cerca de 8 anos um braço feminista: a ONU Mulheres.

Sua missão é disseminar o feminismo mainstream convencendo a quem ainda for capaz de convencer de que tal ideologia de ódio luta apenas por “igualdade entre homens e mulheres” e pressionando governos ao redor do mundo a continuarem aprovando legislações que tratem seus cidadãos de forma diferente com base no sexo destes.

Selecionei 4 ações (projetos e peças publicitárias) que mostram que o feminismo vendido pela ONU está longe de ser o propagandeado por pensadoras como Christina Hoff Sommers, Camille Paglia, Janet Radcliffe-Richards ou Ayaan Hirsi Ali.

O feminismo da ONU é o mesmo feminismo de gênero praticado e divulgado por ativistas como Lola Aronovich, Djamila Ribeiro e Anita Sarkeesian.

É este feminismo que demoniza os homens, que pretende a acabar com todas as diferenças estatísticas em que as mulheres perdem (menos engenheiras, salários médios menores, menos diretoras de grandes empresas…) ao mesmo tempo que ignora completamente as outras tantas desigualdades em que os homens levam a pior (maior parte dos moradores de rua, maioria dos suicidas, maioria dos trabalhadores infantis, maiores cargas horárias, maior número de mortes no trabalho…).

É o mesmo feminismo que estupra as estatísticas para vender falsas ideias sobre “machismo” e “patriarcado”.

Veja alguns exemplos:

#4 Projeto ‘Elas nas exatas’

ONU patrocina projeto por paridade de sexo nas Ciências Exatas: ignora completamente o fato de que nas demais áreas são as mulheres que dominam

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A igualdade que o feminismo contemporâneo e mainstream defende é apenas até a primeira esquina. Isto é apontado por antifeministas, mas também por feministas céticos como Janet Radcliffe-Richards e Christina Hoff Sommers.

A ONU Mulheres patrocina o projeto Elas nas Exatas que visa acabar com a “desigualdade” entre homens e mulheres nos cursos superiores que dependem de muito cálculo matemático.

Curiosamente este é o único campo universitário onde os homens estão em maior número: hoje as mulheres são a ampla maioria entre os portadores de diploma superior e dominam  os programas de graduações e pós-graduação em humanas e biomédicas.

Mas o feminismo que a ONU Mulheres patrocina não deseja igualdade nestes campos: não há nenhum projeto patrocinado pela ONU intitulado – por exemplo – ‘Eles nos Hospitais’, que lute por um maior número de homens se formando em medicina, enfermagem e biologia: profissões em que as mulheres dominam.

#3 Campanha ‘Use laranja’

ONU propagandeia a lenda de que violência doméstica é um problema especialmente enfrentado por mulheres

Violência doméstica é algo que homens e mulheres sofrem, diversos estudos nacionais e internacionais baseados em questionários padronizados indicam percentuais muito semelhantes, tanto em prevalência quanto em gravidade, para homens e mulheres.

Estudos baseados em relatórios de delegacia, por sua vez, apresentam maior agressão masculina contra mulheres, indicando apenas que mulheres pedem mais ajuda quando agredidas, e não que são efetivamente mais agredidas.

Estudos com populações homossexuais de ambos os sexos apresentam taxas de agressão entre parceiros semelhantes aquelas encontradas em relações heterossexuais, reforçando a interpretação de que ocorrência de agressões físicas entre parceiros íntimos pouco depende do sexo do agressor ou da vítima.

Mas organizações sexistas como a ONU Mulheres continuam surdas e cegas às evidências acadêmicas mais sólidas e não cansam de divulgar material de propaganda que trata violência doméstica como um problema do qual mulheres são vítimas e homens autores.

O mais recente destes é a campanha para usar uma cor específica num dia específico do mês em combate à violência doméstica (mas só aquelas vezes em que a mulher uma for a vítima).

#2 Parceria com Instituto Avon

ONU patrocina pesquisa enviesada sobre violência no Ensino Superior

Pense numa pesquisa que pretenda investigar a violência entre torcedores do Flamengo e do Vasco nos estádios cariocas.

Imagine que o pesquisador fez perguntas distintas para os flamenguistas e vascaínos: para os flamenguistas ele só perguntou se já tinham agredido algum vascaíno, para os vascaínos só perguntou se já tinham sido agredidos por flamenguistas.

Imagine também que, ao fazer estas perguntas, o pesquisador esclareceu que para responder aquela pesquisa o entrevistado deveria considerar como exemplos de “agressão” brincadeiras sobre qual camisa de time era mais bonita ou vaias na hora do adversário bater pênalti.

Esse é o resumo de uma pesquisa patrocinada pela ONU Mulheres sobre violência nas faculdades: troque apenas os flamenguistas por homens e os vascaínos por mulheres e você terá uma pesquisa que “revela” que 38% dos homens já cometeram “agressões” contra mulheres na faculdade.

A ONU Mulheres e o Instituto Avon consideraram atos como cantar músicas “ofensivas” durante as partidas entre os times de futebol da faculdade, colocar músicas “ofensivas” nas festinhas do curso e elogiar a beleza da gatinha da turma como exemplos de “agressões contra mulheres cometidas pelos seus colegas de faculdade”.

Infelizmente os pesquisadores não informaram quantas alunas já haviam cometido “agressões gravíssimas contra os homens” como elogiar a beleza do maromba da turma, ou colocar alguma música da Mc Carol pra tocar na chopada de calouros, para que pudéssemos pelo menos comparar os resultados.

#1 Dia internacional pela liberdade de imprensa

ONU lamenta que apenas 81% dos jornalistas mortos sejam homens e vê nisso uma prova de opressão contra mulheres

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Essa é imbatível! Demonstra de forma inequívoca o nível de misandria, de ódio incotrolável pelos machos da espécie característico da instituição da qual Camila Pitanga é digna embaixadora no Brasil.

A imagem acima foi postada na página da ONU Mulheres no Facebook para denunciar o alto percentual de mulheres jornalistas mortas em trabalho.

Sim: para a ONU o fato de que mais de 80% dos profissionais de imprensa mortos em trabalho pertencem ao sexo masculino é uma boa evidência de como as mulheres são oprimidas e merecem tratamentos especiais que reduzam a violência contra elas.

Poderia se defender a preocupação da ONU com o percentual, se mulheres representassem menos de 20% dos profissionais de imprensa então o alarme da postagem faria algum sentido, mas não parece ser o caso: estudos norte-americanos e britânicos apontam entre 30 e 45 por cento de participação feminina no setor nos respectivos países. No Brasil mais da metade dos jornalistas são mulheres.

Não há outra leitura possível: a ONU Mulheres, como uma boa instituição feminista, quer mais é que os homens se explodam.

2 comentários

    1. Obrigado, Marcus.

      Se quiser siga a página em facebook.com/naomatouhoje , onde sempre estou postando material que comprova o alto nível de manipulação nestas ‘estatísticas’ de minorias em geral produzidas por ONGs e disseminadas pela grande mídia, usadas para enriquecer ativistas, promover legislações discriminatórias e transformar mulheres, negros e LGBTs em gado eleitoral.

      Abraços.

      Curtir

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