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Todo dia uma mentira do Grupo Gay da Bahia #32 #33 #34

Desde domingo eu não postava novos episódios da série de mentiras do relatório de “mortes motivadas por homofobia” do Grupo Gay da Bahia. Compensemos o atraso falando de mais 3 casos que o GGB já usou em 2018 para construir a sua estatística falsa de 286 mortes motivadas por homofobia no pais só este ano.

#32 Juliane dos Santos

Um assassinato que foi acompanhado por todo o país a partir dos noticiários.

Juliane era uma policial lésbica. Estava se divertindo com algumas amigas em um bar localizado numa perigosa favela paulistana. Em dado momento da noite, alguém na festa alegou ter tido um celular furtado e ela sacou da pistola, se anunciando como policial militar.

Juliana continuou se divertindo, mas sua sentença de morte estava assinada: pouco depois apareceram traficantes que controlam o crime organizado na tal favela e a sequestraram, depois de terem atirado nela. Ela foi encontrada morta dias depois.

Um crime cujas circunstâncias são conhecidas e que em nada indicam preconceito contra a sexualidade de lésbicas. Infelizmente vivemos num país onde policiais vivem em extremo e frequente risco. Não é um nem são dois nem três nem quatro os casos de policiais que foram abatidos por criminosos depois de terem sido identificados como agentes da lei, e apenas por isso.

Jualiane (que o Grupo Gay da Bahia afirma que era homem e identifica como Dudu) foi morta por conta do extremo domínio que o crime organizado tem sobre determinadas regiões geográficas das grandes cidades de todo o pais, morreu por ser policial, morreu – sim, também – por não ter sido prudente diante do risco enorme que se identificar como PM naquela área e em tais circunstâncias.

A policial não merecia ter sua história usada para que números alarmistas sejam usados por uma ONG desonesta na disseminação de histeria sobre o tema.

#33 Israel Almeida

Boa parte das mortes listadas pelo GRUPO GAY DA BAHIA e por outras instituições semelhantes como tendo sido mortes motivadas por preconceito contra gays e lésbicas são casos elucidados e em que se sabe que a motivação nada teve a ver com homofobia.

Outros casos são como o de Israel Almeida, que foi morto a tiros em sua própria residência, sem nenhuma pista sobre qual teria sido a autoria ou motivação do crime.

Mas Israel era gay: isso é mais que suficiente para que o GRUPO GAY DA BAHIA classifique o caso como “crime motivado por homofobia”.

#34 Jonatas da Silva Pellegrine

Outro caso de morte sem motivação conhecida. O travesti ‘Índia’ foi morto a tiros em via pública. Dos noticiários, isso é tudo que se sabe. A polícia – claro – prometeu investigação, mas não havia pistas sobre autoria ou motivação.

Para o GRUPO GAY DA BAHIA: crime motivado por homofobia.

 

REFERÊNCIAS

https://homofobiamata.wordpress.com/2018/06/25/204-j-s-p-21-anos-dhpp/

https://homofobiamata.wordpress.com/2018/08/03/236-juliane-s-duarte-27-a-89o-dp/

https://homofobiamata.wordpress.com/2018/08/25/israel-almeida-professor-42-anos-dehs/

https://www.portalam24h.com/policia/professor-de-natacao-e-executado-com-quatro-tiros-em-manaus.shtml

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2018/08/06/policia-encontra-corpo-de-pm-desaparecida-em-sp.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

http://varelanoticias.com.br/travesti-e-assassinada-e-corpo-e-encontrado-em-passarela-de-salvador/

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