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Conheça um pouco do grupo de terrorismo doméstico que está invadindo o ativismo universitário

Universidades públicas, aquelas instituições caríssimas de qualidade questionável e destinadas a uma minoria de privilegiados, são regidas, como qualquer instituição pública brasileira, por leis específicas no que diz respeito à possibilidade de manifestação político-partidária.

Não é permitido que representantes de universidades federais ou estaduais usem os meios institucionais de comunicação para manifestar apoio ou desapreço a qualquer candidato a cargo público eletivo: os seus membros (professores, alunos e funcionários) podem manifestar apoio ou desapreço a todo e qualquer político e até se reunirem para demonstrarem suas posições DESDE QUE não o façam em nome da universidade e usando os recursos (pagos com os impostos subtraídos de todos os cidadãos: dos prováveis 60% de eleitores de Bolsonaro amanhã e também dos prováveis 40% de eleitores do representante da organização criminosa Partido dos Trabalhadores).

Este conjunto de leis valem para qualquer administrador público, tenha ele votado no candidato que terminou em primeiro lugar a disputa no primeiro turno, seja ele apoiador de qualquer outra posição (inclusive a posição de não votar).

Pois muito bem: nos últimos dias viu-se uma explosão de casos judiciais em torno de ações ilegais por parte de alunos e funcionários de universidades públicas brasileiras. Exposição de propaganda político-partidária nos prédios das instituições, depredação do patrimônio por meio de pichações demonstrando desapreço pelo candidato do PSL ou de apreço pelo candidato da ORCRIM, notas públicas de apoio a um ou oposição a outro assinados por representantes das instituições e em nome delas, em papel timbrado, veiculado em meios que dependem do dinheiro de impostos para serem geridos.

Muitas decisões judiciais foram tomadas contra professores, reitores, alunos, organizações internas das universidades por conta de diversos atos ilícitos cometidos dentro destas.

E aí explodiu o mimimi: ativistas dos diversos centros acadêmicos, diretórios estudantis, sindicatos e coletivos que se amontoam pelas universidades – incomodados com a aplicação da lei eleitoral e dos artigos constitucionais relativos às obrigações e limites da administração pública – fizeram brotar mobilizações contra a “perseguição” contra a liberdade, a democracia e blablabla…

Algo que me chamou a atenção foi o uso frequente do símbolo de uma conhecida organização internacional de extrema-esquerda, famosa por atos de terrorismo de naturezas diversas: ataques físicos aos que discordam de suas visões, depredação de patrimônios, invasão de patrimônios públicos e impedimento de acesso a eles pelos cidadãos.

Os Antifa são geralmente adolescentes e jovens de menos de 30 anos, quase sempre de classe média, que acreditam que a luta “contra o fascismo” justifica atos de violência diversos.

São frequentemente confundidos com outros grupos como os “Black Blocks”, dos quais diferem mesmo pouco: quase se limitando ao símbolo e ao uso ou não de um adereço ou outro em seus “uniformes de batalha”.

Foi a exposição de uma bandeira do referido grupo terrorista na Faculdade de Direito da UFF que deu razão a uma das recentes decisões judiciais contra o uso de prédios públicos acadêmicos para fins de posicionamento e propaganda político partidária nestas eleições presidenciais.

Bandeira

É também o símbolo deste grupo terrorista internacional que passou a ilustrar as páginas  nas redes sociais de DCEs e CAs de diversas universidades nos últimos dias.

antifascistas hahahaha.png

Mas quem são de fato os Antifa, que tipo de ação antifascismo eles produzem e o que podemos esperar da sua entrada e proliferação no país?

Sobre a natureza do movimento Antifa, a jornalista Brenna Cameron destacou, em matéria para a BBC, que “Os antifas declaram oposição a todas as formas de racismo e sexismo, bem como às políticas do governo Trump contra a imigração e a entrada de muçulmanos nos EUA.” e que “parte dos antifas considera a violência um método válido durante protestos populares, inclusive a destruição de propriedade privada e, em determinados casos, o enfrentamento físico contra seus opositores.”

De fato, o que os adeptos do Antifa promovem ao redor do mundo são ataques terroristas “do bem”, o que – aliás – não os difere da imensa maioria dos outros grupos terroristas. Os Antifa acreditam ou fingem fortemente acreditar estarem imbuídos das mais nobres intenções: querem acabar com o fascismo, como o machismo, com o racismo, com a homofobia.

Sendo assim eles se munem de tacos de baseball pra arrebentar a cabeça de quem ousou votar no candidato de que eles não gostam, de coqueteis molotovs pra arremessar contra prédios onde palestras como esta do vídeo abaixo serão realizadas, e com sprays de pimenta pra atirar contra os olhos de meninas que estejam na fila de tais eventos.

Tudo por amor a uma sociedade mais civilizada, democrática, respeitosa e sem discriminação e todo aquele blablabla sonhático, como diria Luciano Pires,

VEJAMOS ALGUNS EXEMPLOS:

1

Não é preciso de antifas para que haja depredação e movimentos de obstrução contra o direito de uso de estabelecimentos públicos (piquetes violentos), mas antifas têm se especializado neste tipo de ação. Como em geral são adolescentes usam a certeza de um maior permissivismo legal e policial com os atos cometidos por menores como estratégia.

Foram os antifas os responsáveis pela mobilização e treinamento dos ativistas juvenis que invadiram escolas públicas por todo o país garantindo que as greves deflagradas por seus professores fossem bem sucedidas (professores são impedidos por lei de bloquear o acesso a professores e alunos que desejem trabalhar e estudar, as ações coordenadas por grupos Antifa locais e usando adolescentes criavam uma barreira prática para a intervenção legal e policial contra os piqueteiros e agressores).

“Segundo o comando da ocupação do Colégio Estadual do Paraná, o movimento surgir no grêmio da escola. A ajuda externa veio apenas da Antifa (Ação Antifascista Curitiba), que forneceram um rápido treinamento aos alunos no que diz respeito às questões de segurança.” (Fonte: http://paragrafo2.com.br/2016/10/25/a-republica-das-ocupacoes/ )

2

Entre 2016 e 2017 o jornalista e ativista Milo Yannopoulos, um homossexual que não reza pela cartilha dos movimentos de minorias (e que, portanto, é um “fascista”) fez uma turnê pelas principais universidades estadunidenses. A turnê consistia numa democrática série de palestras onde Milo expunha a estudantes interessados as suas visões de mundo: liberal-conservadoras, anti-feministas, contrárias ao ativismo vitimista de raça e sexualidade e em defesa da ampla e irrestrita liberdade de expressão.

As palestras de Milo ganharam destaque na mídia não exatamente pelo seu conteúdo, mas pela frequência com que eram impedidas de ser realizadas devido a ataques coordenados por grupos Antifa e organizações similares (como os já mencionados Black Blocks). Estes grupos se posicionavam em frente aos campi onde seriam realizadas as palestras e depredavam o patrimônio físico das faculdades, agrediam fisicamente os interessados em ouvir os discursos de Milo Yannopoulos.

No primeiro vídeo abaixo você vê o ataque terrorista conduzido por antifas contra a prestigiosa Universidade da California, Berkeley num dos mais famosos e violentos atos deste grupo terrorista. No segundo, vê um depoimento do senador republicano Elbert Lee Guilory. No terceiro vê um emocionante depoimento gravado em celular por um imigrante iraniano que queria ver a palestra de Milo na Universidade de California, Davis e é agredido por diversas pessoas, algumas dela empunhando símbolos Antifa.



3

Em 2017 a presença de Donald Trump na reunião do G-20 em Hamburgo serviu como desculpa para que uma série de protestos violentos que contaram com a participação de diversas organizações de extrema-esquerda, das quais a que mais se destacou foi o grupo Antifa local.

Tudo indica que no Brasil esta umbrela descentralizada de ativistas terroristas se organizará de forma mais sólida e ativa nos próximos meses, em resposta a uma provável vitória democrática do candidato de que eles não gostam nas urnas brasileiras, amanhã.

Foi precisamente o que aconteceu nos EUA (e até em outras partes do mundo, dado o caráter de metrópole global que a nação da bandeira listrada e estrelada carrega) em resposta à eleição de Donald Trump.

Não se enganem com o nome: os Antifa(scistas) odeiam democracia tanto quanto os fascistas originais, de quem eles – aliás – são muito próximos ideologicamente.

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