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Ministério dos Direitos Humanos divulga documento oficial baseado em fraude do GRUPO GAY DA BAHIA

Como uma fraude gigantesca ganha ares de coisa honesta? Como uma grande mentira deslavada conquista o status de verdade irrefutável?

O GRUPO GAY DA BAHIA não construiu sozinho a farsa de que o Brasil é o país que mais mata por homofobia no Mundo, e nem o fez da noite pro dia.

Há mais de 3 décadas a mesma ONG vem listando casos de morte por acidente de trânsito, morte por infarto, por complicações cirúrgicas, por bala perdida, de traficante homossexual, de heterossexual assassinado por homossexual, de heterossexual morto em assalto, de travesti venezuelano morto na Espanha, de travesti brasileiro morto por causas naturais em Londres, de travesti brasileiro morto de overdose em Roma, de morto em 2008 listado como se tivesse morrido em 2018…

… e vem divulgando estes números como se fossem casos de mortes motivadas por homofobia no Brasil.

Há mais de 3 décadas esta mesma ONG vem contando com suporte financeiro e com divulgação por parte do Governo Federal, da Anistia Internacional e de toda a grande imprensa.

Essa página é um Davi enjoado, mas o GRUPO GAY DA BAHIA e seu relatório fraudulento continuam sendo o Golias que ri das pedradinhas que recebe e fala que nem doeu.

Prova disso é este documento produzido pelo Ministério dos Direitos Humanos que, fundamentalmente, oficializa a mentira do GRUPO GAY DA BAHIA sobre o número de mortes por homofobia no Brasil 2016. O ministério publicou em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento um relatório oficial chamado “Violência LGBTFóbicas (sic) no Brasil: dados da violência”

O documento é parcialmente baseado nos dados das ONGs GRUPO GAY DA BAHIA e REDE TRANS e apresenta tabelas e gráficos e todo aquele discurso pronto para explicar que “É importante destacar que a violência LGBTfóbica no Brasil não é uma
causalidade (sic)” e – claro – o brasão de armas da República Federativa do Brasil .

O que o documento não inclui é a explicação de que entre estes 343 mortos (que na verdade foram 347, já que o GGB inventou mais 4 casos posteriormente) apontados como mortes motivadas por homofobia no Brasil tem incluso até um venezuelano morto na Espanha.

Aliás, o texto do documento até faz menção ao fato de que uma das vítimas morreu fora do Brasil, essa menção aparece na página 64, mas ainda assim mente (ou seria melhor eu dizer que se equivoca, pra evitar um novo processo por dizer a verdade e corrigir a mentira?)porque na verdade foram 6 casos: 3 em Portugal (um heterossexual), um na Espanha (venezuelano) e 2 na Itália, como você pode checar clicando aqui no próprio relatório publicado pela ONG.

MDH2
Documento oficial do MDH baseado nos dados do GRUPO GAY DA BAHIA “equivoca-se” quanto ao número de mortes no exterior incluídas pela ONG no relatório de 2016

Recapitulando: o GRUPO GAY DA BAHIA é uma ONG que produz um relatório anual de mortes anuais motivadas por homofobia. No relatório ele inclui casos de morte por acidente, mortes por causas naturais, mortes de venezuelano na Espanha, mortes de heterossexual em Portugal.

Estes relatórios correm o mundo em manchetes do O Globo, do The Guardian, do The New York Times… em postagens da Anistia Internacional… e depois viram fonte para documento oficial do Ministério dos Direitos Humanos.

Especificamente no ano de 2016 o GGB incluiu (além do venezuelano morto na Espanha e da heterossexual brasileira morta em Portugal já mencionados) 26 suicidas, 4 homossexuais brasileiros mortos fora do país e 11 heterossexuais (sem contar a 12ª que morreu em Portugal).

O Ministério dos Direitos Humanos então pega estes números e faz um monte de tabelas e gráficos e escreve um monte de frases como “Foram analisadas, portanto, notícias de jornais, redes sociais, revistas, blogs de notícias, televisão e rádio. Em 2016, foram divulgadas nos principais canais midiáticos brasileiros 343 violações LGBTfóbicas. ” ou  “A concepção dos termos LGBTfobia, preconceito e violência é categórico (sic) para o entendimento da dinâmica sociocultural e política no cenário de vivência atual da população LGBT”.

Só não escreve uma única linha explicando que o banco de dados usado para se chegar a este 343 mortos (que na verdade foram 347) incluiu um monte de heterossexuais e suicidas e mortos fora do Brasil e (principalmente) um alto número de mortes cujas motivações não foram de fato elucidadas.

Assim o próprio Ministério dos Direitos Humanos tem a desculpa perfeita para abrir um Edital de Chamamento, pegar o rico dinheirinho tomado de você através de impostos e despejar em ONGs que supostamente combatem a tal da “explosão de violência homofóbica no Brasil”.

Começou a entender como funciona a máquina do ativismo?

PRINCIPAIS REFERÊNCIAS

O RELATÓRIO RECENTEMENTE LANÇADO PELO MDH: http://www.mdh.gov.br/biblioteca/consultorias/lgbt/violencia-lgbtfobicas-no-brasil-dados-da-violencia

LISTA COM OS DADOS DO GRUPO GAY DA BAHIA QUE FORAM USADOS COMO BASE PARA O RELATÓRIO ACIMA: https://homofobiamata.files.wordpress.com/2017/01/planilha-2016.pdf

INFORMAÇÕES SOBRE ALGUNS DOS CASOS QUE ENTRAM NA LISTA ACIMA:
1 https://naomatouhoje.blog/2018/05/19/chequei-uma-checagem-da-agencia-lupa-veja-como-ela-se-saiu/

2 https://naomatouhoje.blog/2018/10/26/cada-dia-una-mentira-del-gay-da-bahia-65-edicion-espacial/

3 https://naomatouhoje.blog/2018/10/27/todo-dia-uma-mentira-do-grupo-gay-da-bahia-66-e-67/

2 comentários

    1. Oi, Eugenio? Você acha que o Grupo Gay da Bahia pode me processar por dizer a verdade?

      Hmmm, já tenho experiência nisso. Nem grilo.

      Quanto a você dizer que meu post é fake news, eu sugiro que você baixe o próprio relatório produzido pelo GGB no ano de 2016 e vai ver que tudo que eu disse é a mais pura das verdades. É só você se dar ao trabalho (que sei que não vai) de checar.

      Aliás, eu deixei até o link para você não ter o menor trabalho. Viu como sou maneiro?

      Seja muito bem-vindo, grande abraço.

      Curtir

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