Bandeiras inspiradas no grupo terrorista ANTIFA são supostamente retiradas da UNIRIO por supostos ‘ANTIFAs de direita’

Desde meados das eleições presidenciais o símbolo do grupo ANTIFA se tornou a figurinha mais fácil (literalmente) no movimento estudantil brasileiro.

antifa
À esquerda, o símbolo da organização terrorista nascida na Alemanha e que se disseminou por todo o mundo: à direita, algumas das variações usadas por organizações estudantis.

O ANTIFA é um grupo descentralizado conhecido internacionalmente pela prática de atos de violência contra quem divirja de suas ideias políticas alinhadas à extrema-esquerda progressista (aos quais chamam de “fascistas”) e também pela sistemática depredação de patrimônios públicos e privados.

Em todo o mundo eles são responsáveis por atos extremos de violência na tentativa (eventualmente bem sucedida) de impedir ou dificultar processos democráticos tais como realização de palestras, eleições, encontros entre líderes políticos.

Foram os ANTIFAS, por exemplo, que comandaram boa parte dos atentados contra prédios públicos (universidades) e contra pessoas que buscavam assistir a Turnê da Bicha Perigosa, uma série de palestras concedidas pelo jornalista homossexual Milo Yannopoulos (a quem os ativistas do ANTIFA consideram homofóbico e, claro, fascista).

O primeiro vídeo abaixo é um dos atos de terrorismo promovidos pelo ANTIFA dos EUA. O palco da barbárie foi a Universidade da California, Berkeley: uma universidade pública que iria receber uma das palestras da Turnê da Bicha Perigosa (que os ANTIFA tiveram êxito em cancelar mediante os atos de terror mostrados no vídeo).

O vídeo seguinte é o trecho de uma destas palestras, realizada em outra universidade: é a isto que os ANTIFAs chamam de “fascismo”.


No Brasil, a primeira aparição de relevo dos ANTIFAs foi na coordenação de algumas das invasões escolares no ano de 2016 como tentativa frustrada de impedir algumas reformas orçamentárias, em particular a PEC do Teto. No ano de 2018 boa parte dos manifestantes em passeatas anti-Bolsonaro apresentavam bandeiras, camisetas e cartazes com derivações do símbolo ANTIFA, sobretudo associadas a agremiações políticas estudantis.

Recentemente bandeiras que sinalizavam o apreço de alguns grupos estudantis da UNIRIO pelo ANTIFA foram supostamente retiradas por pessoas que supostamente não concordavam com a associação da imagem da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) à esta organização.

O centros e diretório acadêmicos da instituição carioca estão prometendo que vão processar os supostos responsáveis pela suposta retirada dos símbolos. Uso suposta aqui porque é perfeitamente possível que a própria retirada das bandeiras seja apenas mais uma típica narrativa do tipo “false flag”.

Segundo os ativistas estudantis, os supostos responsáveis pela suposta retirada dos símbolos inspirados no símbolo ANTIFA teriam gritado palavras de ordem fascistas enquanto rasgavam e pisavam nas bandeiras.
 
Qualquer semelhança com os atentados com suástica durante as eleições pode perfeitamente não ser mera coincidência.

E se as supostas ações forem verdadeiras?

Atos de false flag são imensamente comuns como ferramenta de propaganda por parte de grupos de extrema-esquerda.

Vários destes atos foram desmascarados pela polícia durante as eleições 2018: ativistas de extrema-esquerda picharam igrejas com suástica, falsificaram sinais de agressões no próprio corpo e criaram narrativas falsas sobre crimes verdadeiros a fim de associar o candidato eleito na corrida presidencial à imagem de grupos totalitários históricos.

No caso da UNIRIO, um vídeo foi filmado mostrando o momento em que supostos ativistas de direita supostamente teriam arrancado a força, pisado e incendiado as bandeiras com o símbolo do grupo terrorista ANTIFA. Não há, contudo, como excluir a possibilidade de que se trate de encenação. É pra esta possibilidade que minha intuição aponta mais forte.

Particularmente, considero improvável que realmente esteja surgindo um grupo com os mesmos modos do ANTIFA (mas fazendo oposição ideológica a este) nomeado “Integralistas Nacionalistas”, conforme a narrativa do movimento estudantil da UNIRIO.

De qualquer forma, o caso precisa ser investigado, e se ficar confirmado que o protesto foi cometido por pessoas de direita e com métodos violentos, estas devem ser punidas. Espero que a possibilidade de false flag não seja desconsiderada nas investigações policiais e do Ministério Público Federal, e que se as investigações apontarem pra isto, que também haja punição.

Assista abaixo trechos do vídeo em que supostamente ativistas de um grupo de direita tomam a força e incendeiam os símbolos do ANTIFA.

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