A ONU Mulheres, agência feminista da Organização das Nações Unidas, vem divulgando globalmente que os índices de violência doméstica tendem a aumentar com as quarentenas realizadas (de forma voluntária ou compulsória) mundo afora, em função da pandemia do novo coronavírus.

É uma hipótese razoável.

Passando muito mais tempo juntos, familiares têm mais tempo para acabar se envolvendo em um número maior de conflitos domésticos do que ocorreria se estivessem trabalhando e estudando normalmente. A hipótese – todavia – é difícil de testar nem período tão curto desde que a pandemia explodiu mundo afora e os governos passaram a sugerir quarentenas, ou estabelecê-las a força.


Se você acha que apenas assassinatos contra mulheres devem ser crimes imprescritíveis, não CLIQUE AQUI e não ASSINE E DIVULGUE este abaixo-assinado.


De fato, em Santa Catarina, por exemplo, as notificações de violência doméstica na verdade caíram desde a implantação da quarentena.

Seja como for, com o aumento estimado pelo braço feminista da ONU ou não, violência doméstica segue sendo um problema severo e que merece atenção. Veja alguns casos dramáticos e recentes:

Na Bahia, uma mulher matou o marido a facadas: a criminosa é reincidente e contra ela já pesavam duas tentativas de homicídio contra companheiros anteriores. No Mato Grosso, outra mulher matou seu marido a facadas: a criminosa também era reincidente, já tendo respondido por homicídio, roubo, lesão corporal, além de vários outros registros de boletins de ocorrência de natureza diversa. No Distrito Federal uma mulher matou a própria filha, a enterrando viva, depois de a menina revelar que havia sido estuprada. Também no Distrito Federal, uma mulher foi presa depois de estrangular a filha e jogá-la na lixeira. Já no Mato Grosso do Sul, outra mulher foi presa após queimar as mãozinhas do filho com uma colher quente (aliás, um tipo de violência que parece ser mais cometido por mulheres e mais sofrido por meninos, conforme você pode ver aqui) e também agredir a filha.

Não é possível, ainda, saber se a previsão da ONU Mulheres de que os índices de violência doméstica aumentem durante a pandemia de coronavírus se confirmará; mas é possível afirmar categoricamente que violência doméstica não é sinônimo de violência contra mulheres, como a ONU Mulheres e demais organismos feministas geralmente tentam propagandear.

Violência doméstica é também frequentemente cometida por mulheres, e frequentemente acomete homens. Em tempos de quarentena ou não, é sempre bom lembrar.

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