Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2020
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A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo publicou uma nota condenando o que chamou de “ataque” à jornalista que fabricou uma notícia falsa sobre o caso em que Mariana Ferreira acusa André Aranha de ter feito sexo com ela enquanto ela estaria dopada.

André foi absolvido por absoluta falta de provas: os exames toxológicos a que Mariana foi submetida não apontaram evidências de que ela estivesse drogada, os vídeos obtidos pelas câmeras de segurança mostram Mariana se comportando normalmente antes e depois do encontro erótico, testemunhas ouvidas no processo desmentiram que Mariana aparentasse estar em estado reduzido de consciência. Nada nos autos indica que Mariana estivesse realmente inconciente quando decidiu ter um breve encontro sexual com o homem, por isso, André foi absolvido.

A jornalista catarinense Schirlei Alves, do portal de extrema-esquerda Intercept Brasil além de não ter informado os reais motivos pelos quais o homem foi considerado inocente (no Brasil ainda não basta a alegação da mulher para que um homem seja condenado pelo grave crime de estupro, é ainda preciso que haja provas contra ele, embora muitos feministas estejam buscando alterar a lei neste sentido) também informou desonestamente que a sentença aplicada teria atribuído a André a culpa de “estupro culposo”.

A peça desinformativa fabricada por Schirlei ainda apresenta um vídeo manipulado, contendo trechos da audiência de instrução. Após a publicação da notícia falsa fabricada pela catarinense, houve grande comoção nacional a favor de Mariana, mas esta comoção se converteu – parcialmente – em raiva contra o The Intercept Brasil por ter manipulado a informação e desenhado uma narrativa desonesta sobre o caso.

Um importante momento no curso do debate público sobre o caso foi a publicação da íntegra da audiência, pelo portal do Estadão no Youtube. Muitos usuários do Youtube declaram nos comentários do vídeo que mudaram de posição sobre o caso após verem a íntegra da audiência e responsabilizam o portal extremista The Intercept Brasil pela polarização em torno da história.

Um exemplo é a usuária Thalita Rodrigues, que publicou o seguinte comentário: O intercept fez um deserviço para a sociedade. Infelizmente. Quantas pessoas terão a “curiosidade” de vir até aqui e ver o teor íntegro dos fatos da audiência, para então saber o que de fato ocorreu no ato? Gente… tanta gente descredibilizando o judiciário e assim, temendo ir até ele para buscar justiça… visto que a imagem passada pela mídia é de um ambiente hostil. A íntegra da audiência mostra que a perspectiva é completamente diferente do que a maioria (prematuramente) acharam que aconteceram… gente, que caos!



Na nota, a ABRAJI afirma que além de ser acusada de manipular a notícia, a jornalista recebeu mensagens com palavras depreciativas e machistas. A conta do Instagram da repórter, usada para divulgar reportagens de violência contra a mulher, teve de ser fechada depois de receber vários comentários misóginos e xingamentos. Uma campanha para desqualificar o trabalho do jornalista também está em curso.

Coitada da moça, gente! Uma mulher não pode nem mais produzir notícia falsa sem ser chamada de mentirosa depois que todos descobrem a desonestidade das “informações” que divulgou. Em que mundo nós estamos?

Nenhum pensamento

  1. Leiam Na Porta do Inferno, o submundo da violência de gênero, e saibam como vítimas de ‘abuso’ promovem estelionatos contra os homens e a sociedade em geral.

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