Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2020
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Um homem foi morto em circunstâncias não totalmente esclarecidas numa filial portoalegrense de uma rede francesa de hipermercados. Quase tudo o que se tem de notícia sobre o caso é que o homem estava fazendo compras junto com a esposa, envolveu-se num quiproquó com uma funcionária e ao ser abordado por seguranças iniciou uma briga com estes, fato que culminou com sua morte. O caso vem sendo tratado por grande parte da mídia e da população como um episódio de racismo.

Não há muitas informações sobre a origem da discussão entre a funcionária e o homem. Uma matéria do G1 apresenta do seguinte título: “‘Era esperto, brincalhão’, diz amigo de infância sobre homem negro morto espancado em supermercado no RS”.

Entretando um comentário recebido pela página no Facebook me chamou a atenção: João Alberto Silveira Freitas teria uma série de anotações criminais pesando contra ele. Resolvi procurar por mais informações através de motores de pesquisa e encontrei confirmação para algumas, mas não todas, das alegações que eram feitas no comentário.

João Alberto já havia sido condenado com base na Lei Maria da Penha, acusado de agressões diversas contra uma ex-mulher. As agressões teriam sido cometidas pelo próprio João Alberto e por seu pai, João Batista Rodrigues Freitas. Um detalhe é que, ao decidir sobre um recurso impetrado contra a sentença condenatória, o desembargador Ingo Wolfgang Sarlet afasta um dos argumentos da defesa destacando que João Alberto possui contra si diversas condenações transitadas em julgado, conforme já teria sido demonstrado na sentença de origem. O texto não dá, contudo, mais informações sobre quais antecedentes seriam estes.

Na mesma decisão, Ingo Wolfgang Sarlet decidiu pela absolvição de João Batista quanto à acusação de injúria racial: a ex-mulher de João Alberto acusava o ex-sogro de tê-la chamado de macaca, mas o desembargador entendeu pela ausência de provas quanto a esta acusação.

Uma busca na internet revela novos dados: em 2010 o homem havia sido condenado por porte ilegal de armas. Há também referência a uma decisão de 2013 pela qual uma pena restritiva de direitos aplicada contra João é convertida em pena restritiva de liberdade, aparentemente pelo mesmo delito cometido em 2010 : João Alberto havia sido condenado ao cumprimento de penas alternativas, mas descumpriu o deteterminado pela Justiça, tendo então tido a pena alternativa convertida em prisão. O nome de João Alberto também aparece como réu de um litígio no qual uma certa “Sabrina Martins Gonçalves” seria a suposta vítima, mas não consegui informações sobre a natureza e o desfecho do litígio.

CASO LEMBRA “MÁRTIRES” DO BLACK LIVES MATTER

A comoção pública e a imediata identificação de “racismo” como causador da morte de João Alberto Silveira Freitas remete aos casos dos “mártires” do Black Lives Matter: pessoas negras que se tornaram populares nos Estados Unidos (e, consequentemente, no mundo) após morrerem durante ações policiais.

Como narra o apresentador Tom Sarti, neste episódio do podcast Saindo da Bolha, um elemento comum a todas as pessoas tratadas como “mártires” pelo movimento é a existência de prévios problemas com a Justiça. Alguns dos “mártires” do BLM estavam em pleno ato criminoso e reagiram violentamente à abordagem policial.

Quanto à morte de João ainda pairam muitas perguntas, a começar sobre os motivos pelo qual ele e a funcionária entraram em conflito. Terá sido uma reclamação sobre a demora no atendimento? Terá sido algo mais grave? O homem teria apenas xingado a mulher? Teria apresentado alguma arma? Há poucas informações sobre os eventos que antecederam a intervenção física por parte dos seguranças, as matérias se limitam a informar que ele havia tido um desentendimento com uma funcionária e que os seguranças entraram em ação.

ATUALIZAÇÃO: FICHA POLICIAL E NOVO VÍDEO

O perfil da Aventuras na Justiça Social no Twitter postou prints do que seria a ficha policial do homem negro. Não consegui acesso a origem destes prints, mas se as informações forem verídicas, então o homem negro tinha dezenas de passagens pela polícia na condição de acusado, indiciado ou foragido: vias de fato, lesão corporal, posse de entorpecentes, embriaguez ao volante e rapto foram alguns dos delitos.

Além disto foi também divulgado um vídeo que mostra o que parece ser o início das agressões físicas. Após o bate-boca com a funcionária, sobre o qual ainda não se tem maiores informações, o homem é pacificamente acompanhado até o lado de fora do supermercado por dois seguranças quando, sem ter sido previamente agredido, desfere socos em um dos seguranças seguindo-se uma pancadaria generalizada.

LEIA TAMBÉM: NÃO HÁ NADA DE NOVO NO MÁRTIR DA SEMANA PASSADA






36 pensamentos

  1. QUEM, em boa parte dos casos que se visa esclarecimento aqui, este é o mais enviesado. Precisamos observar alguns dos méritos e deméritos da questão. A Carrefour também tem um histórico de ações violentas e polêmicas por parte de sua segurança e funcionários. Segundo, estamos falando de um estado de minoria negra com muitos descendentes de europeus, o que reforça a tese de racismo, considerando o período ultraconservador e radical de direita presidindo o país e incentivando uma onda semelhante entre seus populares. Terceiro, bem o sabemos o quanto a LMP é usada ela própria como arma, e que acusações mesmo seguidas de condenações não são isentas de injustiça (muito pelo contrário). A própria ausência de mais informações sobre estes casos deixa tudo ainda mais suspeito. Quarto, fosse qual fosse a injúria cometida no estabelecimento, isso jamais torna aceitável uma execução. Quinto; “iniciar uma briga” com seguranças não é bem o tipo de coisa que simplesmente ocorre; a ação destes é truculenta. Eu mesmo já estive na mira de uma arma de um segurança porque ele me achou “suspeito” mesmo morando no condomínio há 6 meses por ocorrência do nascimento de meu filho. São pessoas que adoram abusar do poder de uma arma e se creem impunes por serem terceirizados. Mas isso é uma evidência anedótica, apenas reforça um estereótipo, portanto não é uma PROVA, mas indício. Sexto, que pese que sendo um homem negro, provavelmente seu progenitor também o fosse, portanto a quem estaria chamando de “macaca”?

    Resumindo, DESTA vez, NESTE caso, a atuação de QUEM não visou esclarecer, mas lançar uma semente de justificativa para o assassinato da vítima. Nenhum dos elementos citados realmente faz algo além de sugerir uma índole, e menos ainda justificar uma ação truculenta, quiçá um assassinato a sangue-frio (três seguranças armados contra um homem imobilizado (como aparece numa das imagens) não constitui “calor do momento”). QUEM desempenhou um papel deletério, sugerindo por inferências, que todo o cenário deva ser desconsiderado por uma possível “fraude” ideológica. Os indícios reforçam mais a tese de racismo, que a de defesa da própria vida.

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    1. Texto distorcido, para justificar o injustificado.
      Os Manifestantes que depredaram os Supermercados da Rede em todo país nao conseguem enxergar os fatos da Historia, somente o fim; e ignoram o contexto.

      Crime de Intolerancia, dispreparo dos seguranças e covardia.

      Mas crime de Racismo nao foi.
      Fato !

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    2. Não li,em momento algum,uma justificativa.Apenas uma análise,sem lacração,sobre a situação.No texto fica explicado,e não justificado,o porque do crime cometido contra o homem que faleceu.Era uma pessoa acostumada a agredir e ameaçar outras pessoas, até que um dia encontrou outros homens dispostos à revidar de forma desproporcional ao seu comportamento.

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    3. Você deveria fazer o comentário na reportagem da folha de São Paulo ou de outros jornais sensacionalista.
      Acredito também que você defende a divisão das pessoas por classes, gêneros e outras questões, pois enfatiza demais que no estado vive uma minoria negra.
      Além disto se faz contraditório o seu testemunho, visto que você defendeu que o rapaz poderia ter chamado a mulher de macaca, ou seja, você não é contra o racismo, você é a favor da segregação racial.
      Triste pensamento, o que deveria ser celebrado por qualquer canal de mídia, deveria ser a cobrança pelo respeito à vida.
      Infelizmente não temos mais respeito por nada, o que existe hoje é uma briga para que cada um tenha apenas o seu direito defendido, e que se exploda os outros.
      A partir do momento que partirmos para o respeito, atos como esse seriam visto de forma imparcial. Vidas sim importam, e felizmente, a cor da pessoa que morreu è irrelevante.
      Para finalizar, qualquer empresa deve responder sim pelas suas responsabilidades, mas querer afirmar que o Carrefour é a favor de atos de violência beira a paranoia.
      Respeito a sua opinião, porém fica nítido a tendência que você traz em seus comentários.
      Mas em se tratando de respeito, li e respeito o que você escreveu, e deixo aqui a minha opinião, do qual espero ser respeitada.
      Vamos celebrar e fortalecer o respeito ao próximo, desta forma nunca teremos que nos preocupar com a religião, a classe social, a raça, o conhecimento educacional, a opção sexual de cada brasileiro.
      Abraço

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  2. ANUALMENTE SÃO ASSASSINADAS EM TORNO DE 60 MIL PESSOAS, NO BRASIL, DE TODAS AS CORES, CREDOS, ETNIAS, SEXO, IDADES, ETC. HOJE MESMO, FORAM ASSASSINADAS, E, ESTUPRADAS, CENTENAS DE PESSOAS, TAMBÉM DE TODAS AS CORES, CREDOS, ETNIAS, SEXO, IDADES, ETC. ENTRETANTO, POR SER DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA, ESTE CASO, DO JOÃO ALBERTO, (QUE NÃO É NEGRO, MAS SIM PARDO), TOMOU OS HOLOFOTES DO BRASIL, E, DO MUNDO, HOJE, ASSIM COMO ONTEM, MILHARES DE PESSOAS, TAMBÉM FORAM, AOS SUPERMERCADOS DE TODO O BRASIL, FIZERAM SUAS COMPRAS, CUMPRIMENTARAM OS CAIXAS, QUE TAMBÉM SÃO, HOMENS, MULHERES, NEGROS, BRANCOS, GAYS, HÉTEROS, ETC. PAGARAM SUAS COMPRAS, E, ESTÃO EM CASA, PORÉM, OS 60 MIL ASSASSINADOS, E, ESTUPRADOS ANUALMENTE, NÃO ESTÃO EM CARTAZ, PORQUE SERÁ ???

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  3. Foi muito difícil encoeo “outro lado” da história (partindo do princípio de que todo fato tem duas versões), parabéns à toda equipe envolvida nessa matéria, pena não terem a visibilidade merecida…

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  4. Contra fatos não a argumentos q sobrepõe. Não adianta querer justificar um homicídio. Simplesmente assim. Um homem, pai de família, jovem, preto ou branco, ex condenado ou não, observação, não é ele quem está sendo julgado aqui. Vamos lembrar disso. Ele é a vítima nesse episódio. Ele perdeu o de mais valor… A vida. Então, aos que estão procurando uma justificativa, uma desculpa para esse ato insano. Vão tomar no centro do cu.

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  5. Ótima materia, claro que matar o cara foi desnecessário mas usar ele como mártir e dizer que ele era um bom homem não está certo, só faltou a Globo dizer que ele era estudante de colégio aos 40 anos….nada justifica o assassinato mas todo mundo sabe que quem procura acha…

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  6. Não vejo razão para ser tão complicado.

    Se a vítima cometeu infrações no passado e não foi adequadamente punido, houve falha da justiça no passado.

    Quem mata um ser humano, não sendo em legitima defesa, deveria pagar com prisão perpetua. Neste caso é muito claro que não houve legitima defesa, mas sim uma morte desnecessária.

    Precisamos urgentemente de reforma do sistema Judicial, para que este tenha maior agilidade e penas mais severas.

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  7. Não creio que o episódio tenha a ver com a cor da pele. Creio que houve truculência, por outro motivo, mas como a vítima foi um negro, o episódio tomou proporções enormes. Depredações e saques não justificam o caso.

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  8. Isso aqui é uma piada, por isso não tem interação, questionam se o homem apresentou uma arma, deve ter apresentado mesmo ai morreu espancado, devia estar sem munição, é cada lixo de “jornalista/reportagem” que aparece, pqp.

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    1. Amigo a vida e assim td que vc planta vc colhe , e ninguém e santo nesta historia , mais não e racismo e sim violência gratuita assim como na ficha criminal do mesmo .Uma hora vc acha alguém mais forte que vc ai vc roda . bem vindo ao mundo real .

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  9. A caixa do Supermercado não seria a pessoa ideal para depor e testemunhar? Ou outras testemunhas que não sejam amigos,parentes da “vitima”?
    Qd a pessoa morre :
    “Ah,ele era bom,brincalhão. .”
    Já vi vários sites que postaram documentos do rapaz que tramitaramos na justiça criminal.
    Não! Isso não justifica o crime !
    Mas o outro lado da história que não é defender os seguranças,mas defender a VERDADE,coisa que esses movimentos segregacionistasociais ,não tem nem um pouco de comprometimento, o que puderem inventar para certificar a tal “morte pirataria racismo “farão.

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  10. O cara vai num supermercado agredir uma funcionária, é confrontado por seguranças, mesmo assim reage, e depois ainda quer sair pela porta da frente sem ir no mínimo pra delegacia. Foi tarde.

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  11. Hoje a tv mostra o João saindo acompanhado de duas pessoas, do nada ele da um soco no rosto de uma das pessoas que o acompanhava, o final já sabemos… É claro que matar é totalmente errado. Fazer baderna é muito errado.
    Afirmar que o João era uma boa pessoa também é errado.
    Espero que quando pessoas realmente boas morrerem nas mãos de bandidos também tenham suas vidas lamentadas.

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  12. Nada, além de legítima defesa, justifica o assassinato de uma pessoa. E nesse caso fica óbvio que não tem nada a ver com isso. Cadeia aos envolvidos nesse ato bárbaro. Entretanto, querer endeusar um vagabundo contumaz do naipe desse sujeito já é demais. Quem procura acha. Quem vive se metendo em confusão sempre encontra o “chapéu da viagem”. Um pilantra cheio de passagens pela polícia e pelo judiciário. O tipo de excremento que sai de casa todos os dias já pensando em um jeito de perturbar a ordem pública. Outra coisa ridícula e risível é o fato dessa patotinha fedorenta de esquerda querer meter o crime de racismo onde o mesmo claramente não se configura e atribuir o caso a “o período ultraconservador e radical de direita presidindo o país e incentivando uma onda semelhante entre seus populares”. Esses esquerdistas fracassados e maconheiros fedorentos só podem ter merda na cabeça. Quer ter vida boa e tranquila, lixo? Estude com afinco, trabalhe com empenho, seja uma pessoa de boa índole e colabore com o desenvolvimento do país e da nação.

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  13. Nada justifica o excesso dos seguranças, porém, o fato nada tem a ver com racismo. Os seguranças reagiram de forma desproporcional, mas, sem dúvida, quem desencadeou foi a vítima, que, como dito, assim o fez por ser o que se costuma chamar de “pavio curto”… Associar o fato a racismo é insuflar mais violência a justificar um ato violento desnecessário…

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  14. Uma monte de gente falando que o texto JUSTIFICA o crime. Deus do céu, em NENHUM momento há QUALQUER justificativa para o crime. O que o texto aponta é que (1) a mídia tratar o cara como um mártir dado os PÉSSIMOS antecedentes que ele tinha é um grande erro (2) que não há, até agora, NENHUMA evidência de que o crime tenha sido racial, mas sim o resultado de uma PÉSSIMA intervenções dos seguranças a uma situação QUE A VÍTIMA causou. Isso não é negar que houve crime nem justificar a ação dos seguranças. É só lerem o que o texto diz, não o que acham que diz.

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  15. Em tempos como estes em que jornalistas exercem a profssão mesmo sem se formar devido ao plagio realizado. Onde qualquer blogueirinho faz matérias sensacionalista e factoides, abre-se espaço para justificar as atrocidades cometidas de acordo com que a pessoa concorda ou não.

    Desde de o “fim da escravidão” o negro tem a ficha suja, foram “libertos” sem estudos, sem casa, sem emprego, sem nada, logo, criou-se a lei da vadiagem, lei criada contra e favor de quem?

    Com a “ficha suja “legitimou toda violência policial sofrida pelo negro, alias se o policial percebe-se que sua surra passou dos limites bastava realizar um enxerto que a violência aplicada seria justificada.

    Este é o intuito desta pagina lixo. Desmoralizar todo um ato com intuito de manter as coisas como estão, “dentro da normalidade”, é apenas mais um negro sem direito morto.

    lembro-me do Caso Marielle que se formou um redevu em torno, para acalmar foi lançado fotos de uma traficante associando a mulher da foto á Marielle, e dizeres, foi morta pelo crime, foi morta por quem ela defendia, etc.

    Lembro-me tambem de Guilherme de Pádua apoiando o atual governo e fazendo represálias com a frase “bandido bom é bandido morto”, recebendo apoio dos alienados políticos, mas claro o cara branco que matou uma atriz de novela atraves de uma emboscada tinha se convertido, logo “deus” o perdoou.

    perceba que Ficha Suja não significa nada, se for contra negro até um sorriso vira justificativa.

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  16. cada um seleciona o viés da noticia que se deseja. Assim funciona a “justiça” assim funciona a forma diabólica de defesa e acusação. O mesmo vale para qualquer pessoa viva, até para o missivista desta página. Se alguém quiser vasculhar e selecionar toda a história desse colunista, cria-se o perfil que se achar conveniente para deleite da parte social que pretende-se emocionar.

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  17. esse “PARECE NÂO TER NADA COM A COR DA PELA” repetido dos comentários tem uma grave erro, “PODE NÃO PARECER” mas foi racismo sim.
    Pergunta: Se o rapaz morto fosse BRANCO, CABELOS LOIROS, LISO, VESTINDO UM TERNO, vocês acham que ele seria espancado ?

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  18. Se o João Alberto estava dominado, não havia porque continuar a agressão. Os seguranças do supermercado cometeram o pecado chamado de “ira” ou “ódio”, uns dos sete classificados como mortais.
    É por aqui que o problema tem de ser enfrentado: aproximar as pessoas novamente do amor de Deus. Voltarmos a ser uma sociedade católica.
    Atenc

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  19. a midia está manipulando a populaçao, se está em fase de inquerito para apurar o que aconteceu, como que todos da midia, Rede gLOBO, band chinesa, cnn, estão informando (desinformando) que é crime por racismo? não há xingamento racista, Há apenas um homem, menos negro que eu, que agride segurança com um soco e os seguranças o agridem covardemente, e o matam com requintes de crueldade. Tem de ser investigado e não ser gado da mida.

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