Daniel Reynaldo
11 de julho de 2021


Correlação não implica necessariamente causação, mas coincidências inesperadas podem ser indícios de efetiva relação de causa e efeito. O movimento racista violento Black Lives Matter emergiu nos últimos anos nos Estados Unidos como resposta às mortes de meia dúzia de criminosos negros.

O movimento foi impulsionado pela grande mídia, por artistas, políticos e atletas e espalhou a barbárie em solo americano, através de protestos violentos contra civis e policiais e através de muita depredação contra patrimônios públicos e privados.

(No vídeo a seguir você pode ver um destes protestos, onde frequentadores de um restaurante – majoritariamente brancos – são violentamente agredidos por manifestantes do Black Lives Matter. As cenas são de tamanha agressividade que o Youtube restringe o vídeo para maiores de 18 anos, por isso você precisa abrir o vídeo em uma nova aba e logar no Youtube para assistir.).

O mais importante evento na trajetória de popularização e glorificação deste movimento racista negro foi a morte do multicriminoso (assaltante, falsário e usuário de drogas) George Floyd. Floyd se tornou ícone do movimento racista negro nos EUA e o Black Lives Matter atingiu ali o ápice da sua popularidade.

Floyd morreu na cidade de Minneapolis e esta foi a cidade que sediou os protestos mais violentos por parte dos terroristas do Black Lives Matter.

(Você pode ver cenas destes ataques no vídeo abaixo)

Como visto nos vídeos acima, prédios foram incendiados, policiais esfaqueados, viaturas depredadas, pessoas espancadas, estabelecimentos comerciais completamente saqueados. Um cenário de absoluto terror tomou conta da cidade mais populosa de Minnesota.

A reboque destes protestos vieram exigências (concedidas em muitos casos) de redução do investimento em policiamento. Prefeitos e governadores prometeram cortar fundos públicos destinados à polícia.

A publicação dos dados de homicídio pelo Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão epidemiológico oficial dos EUA, traz alguns dados curiosos.

Em números absolutos, houve 24 692 homicídios nos EUA, cerca de 5 mil a mais que em 2019. Foi o primeiro ano em duas décadas que a taxa ficou acima dos 0.6 mortos por 100 000 habitantes/mês.

Mas este ainda não é o ponto. Olhando o gráfico postado pelo perfil @yukatapangolin uma coincidência incrível é observada. Os protestos criminosos do Black Lives Matter em Minneapolis aconteceram na metade de maio, até então todos os meses haviam apresentado taxas de homicídios compatíveis com a dos anos anteriores, com taxas mensais oscilando próximo aos 0.5 homicídios por 100 000 habitantes.

Exatamente no mês de maio a taxa se eleva para acima dos 0.6 mortos por 100 000 e em todos os meses seguintes ela supera não apenas a média histórica como a qualquer mês da série histórica desde 1999.

A coincidência está bem desenhada no gráfico que você pode acessar no link abaixo. Fica bem claro pelas comparações entre os pontos, que representam cada mês desde janeiro de 2000, que há uma explosão sem precedente de homicídios exatamente a partir do mês de ocorrência dos protestos de Minneapolis.

Correlação não resulta necessariamente em causação, mas pode perfeitamente ser entendida como evidência de relação de causa e efeito, sobretudo quando há uma correlação muito clara. E que olhando o gráfico acima fica bem parecendo que a explosão de violência desencadeada pelo movimento racista Black Lives Matter e a redução do policiamento exigida pelos ativistas está tendo alguns efeitos, digamos, inesperados… ah, isso fica.

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